Em coaching não se fazem diagnósticos

Por o 20 Fevereiro 2018

Quer gastar 2 minutos da sua vida para ficar com uma conceção completamente diferente, daquela que tinha, sobre coaching?

 

Em coaching não se fazem diagnósticos

Só faz sentido proceder a um diagnóstico quando se está na posse de um conjunto de soluções passíveis de serem implementadas, numa situação concreta. Ora, se em coaching profissional não existe qualquer partilha de conhecimento ou experiência por parte do coach, para quê fazer diagnóstico?

 

Sempre que alguém vos falar de diagnóstico em coaching, é certo e sabido que não é de coaching que se trata!

 

Em primeiro lugar, o coaching, enquanto estrutura conversacional, assenta numa metodologia “de dentro para fora”. O conhecimento (ou sabedoria, como muitos, em jeito de diferenciação, lhe chamam), neste caso, vem sempre do coachee/cliente e nunca, como no acto de diagnóstico, do profissional.

 

Em segundo, o coaching usa uma abordagem totalmente orientada para futuro, não para o passado. O diagnóstico é sempre realizado com os olhos postos no passado.

 

Por último e em complementaridade com o ponto anterior, o coaching incentiva ao pensamento em “modo criativo” ou seja, orientado para a criação do que ainda não existe no mundo do cliente. Utilizamos, para isso, uma metodologia a que chamamos “future-back”, uma conversa de coaching começa sempre pela formulação de objectivos (pelo cliente) e nunca pelo diagnóstico (do profissional), característico das abordagens e modos de pensamento que chamamos “problem solving – diagnóstico e solução” e que nada têm a ver com o coaching.

 

O coaching pode muito bem ser considerado a metodologia de eleição para incentivar o pensamento criativo.

 


Se quiser arriscar e investir mais um minuto para nos fazer uma pergunta acerca do que acabou de ler, garantimos que irá ficar a pensar sobre coaching mais tempo do que imaginou.

Para saber mais sobre este tema, recomendamos a formação CEGOC Programa de formação de Coaches profissionais - Nível Inicial

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Luísa Ribeiro Desde 3 anos

A minha formação é em Marketing mas estou muito vocacionada para marketing pessoal. Haverá alguma semelhança entre as duas áreas?

Resposta
    Paulo Martins

    Paulo Martins Desde 3 anos

    Também vejo várias…
    Talvez a mais evidente, para mim, se manifeste pelo foco na exploração do potencial pessoal, ainda inexplorado.
    Obrigado pela partilha.

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Leonor Colaco Desde 3 anos

Mutio bom Paulo! Curto e profundo! Obrigada!

Resposta
    Paulo Martins

    Paulo Martins Desde 3 anos

    Obrigado Leonor 🙂

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