Resultados e objetivos de coaching

Por o 19 Julho 2017

Acrescento agora, em jeito de partilha, as distinções que consegui identificar ao longo destes anos de prática e que me têm ajudado a ser mais efetivo na forma como ajudo os meus clientes a elaborarem declarações de objetivos e resultados de coaching.

FERRAMENTAS DE COACHING (3)

 – Resultados e objetivos de coaching –

 

Dando continuidade ao texto anterior, acrescento agora, em jeito de partilha, as distinções que consegui identificar ao longo destes anos de prática e que me têm ajudado a ser mais efetivo na forma como ajudo os meus clientes a elaborarem declarações de objetivos e resultados de coaching:

 

  • Verbos de ação, no presente do singular

Começar a declaração de objetivo com um verbo de ação, no presente do singular.

 

  • 100% na zona de controlo

O objetivo deve ser definido na “zona de controlo ou de influência” do coachee, por outras palavras, a declaração de objetivo deve considerar o poder, pelo menos relativo, que o coachee tenha para levar a cabo a sua realização. Assim, deve referir-se a algo para o qual o coachee tenha o poder e a capacidade para alcançar, de modo independente ou então, a algo que, pela forma como está definido, ajude a delimitar o campo de influência pessoal, do cliente, para a sua concretização.

 

  • “Fazer ou Ser”

Só me parecem existir duas possibilidades quando definimos objetivos e resultados em coaching: ou são “coisas a fazer ou alcançar”, cuja concretização pode ser avaliada, sem margem para dúvidas, com “um sim ou um não” ou são do domínio do “sentir”, considerando a forma como o coachee, subjetivamente, avalia a sua concretização e, neste caso deveremos usar uma escala de 1 a 10, solicitando a percepção do cliente relativamente à sua posição de partida e de chegada. Acrescento ainda que, ao usar estas escalas, tenho dois cuidados em particular; perguntar ao cliente se, no seu passado, já esteve na posição que deseja agora alcançar e, perante “grandes gap’s”, entre as pontuações de partida e de chegada, o de explorar os pontos intermédios para a sua concretização.

 

  • Linguagem orientada para o que quer atingir

Este é um dos aspetos mais subtis desta arte, a declaração de objetivo deve contemplar o que o cliente quer atingir e não o que quer evitar, perder ou o que não quer mais.

 

Estas distinções são fruto das partilhas da comunidade de coaches da ICF com quem tenho tido o prazer de trabalhar, de treinar e de me divertir, em torno da exploração deste tema tão marcante no domínio do coaching profissional.

 

Surge-lhe alguma pergunta ou pensamento com que nos queira desafiar a evoluir neste domínio?

Para saber mais sobre este tema, recomendamos a formação CEGOC Programa de formação de Coaches profissionais - Nível Inicial

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