Desenhar ações, Planear e estabelecer objetivos e Acompanhar o progresso e a responsabilização

Por o 31 Outubro 2016

Finalizaremos o ciclo de exploração livre das competências nucleares de coaching da ICF, com as suas últimas 3 competências – Desenhar ações, Planear e estabelecer objetivos e Acompanhar o progresso e a responsabilização.

– As Competências Nucleares da ICF –

Desenhar ações, Planear e estabelecer objetivos e Acompanhar o progresso e a responsabilização

 

 

Termino a exploração livre das últimas 3 competências nucleares de coaching da ICF , que pertencem ao grupo “D – FACILITAR A APRENDIZAGEM E OS RESULTADOS”.

Para a criação dos novos marcadores que evidenciam efetividade em coaching, para o nível PCC (Professional Certified Coach), a ICF decidiu agrupar estas 3 competências (9, 10 e 11 – Desenhar ações, Planear e estabelecer objetivos e Acompanhar o progresso e a responsabilização) e estabeleceu estes 6 marcadores, a saber:

  • Marcador 1 – O coach convida o cliente a avaliar o seu progresso, relativamente ao que pretende atingir na sessão.
  • Marcador 2 – O coach ajuda o cliente a definir que tipo de ações ou formas de pensar deverá adoptar, de modo a garantir o progresso face aos resultados que pretende atingir.
  • Marcador 3 – O coach convida o cliente a criar um plano de ação, incluindo, se apropriado, mecanismos de apoio, recursos e/ou potenciais barreiras.
  • Marcador 4 – O coach ajuda o cliente a definir os métodos de acompanhamento que melhor funcionam para ele.
  • Marcador 5 – O coach co-cria o fecho da sessão com o cliente.
  • Marcador 6 – O coach regista e reflecte o progresso do cliente.

 

A conversação de coaching – “o quê”, “o como” e “o quem”

A conversação de coaching começa sempre por um objetivo “o quê” e acaba sempre numa ação “o como”, pelo meio fica um espaço que privilegia a livre exploração, “o quem”.

A prática das competências da ICF funcionam como uma base estruturante para a conversação de coaching. Dão, ao mesmo tempo, solidez à conversa e liberdade aos seus intervenientes. É através da conciliação do rigor e da solidez requeridas no início e no fim da conversação que se conquista a tremenda flexibilidade do seu espaço intermédio e o processo de coaching adquire o seu balanço tão singular.

 

Já antes refletimos sobre a competência “2 – Estabelecer o acordo de coaching” que define com muito pormenor por onde deverá iniciar-se uma conversação de coaching, concentremo-nos agora naquilo que é essencial para o rigor da sua finalização.

 

A fase final ou de conclusão de uma conversação de coaching deverá ser claramente orientada para a ação ou melhor, para o compromisso de ação. Em jeito de síntese, gosto de resumir o final de uma conversação de coaching em “3 fases + 1 princípio”:

  • Fase 1 – Compromisso de ação
  • Fase 2 – Plano de ação
  • Fase 3 – Acompanhamento de Resultados
  • Princípio da autonomia, envolve aspetos ou dimensões relacionadas com a motivação, a disciplina e a adaptação ao estilo particular de aprendizagem, ação e progresso do cliente.

 

No próximo artigo continuarei a explorar as 3 competências:

  • “9 – Desenhar ações”,
  • “10 – Planear e estabelecer objetivos”,
  • “11 – Acompanhar o progresso e a responsabilização”.

Para saber mais sobre este tema, recomendamos a formação CEGOC Programa de formação de Coaches profissionais - Nível Inicial

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